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  20/03/2019  |      |      Geral

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

  08/03/2019  |      |      Geral



ECONOMIA

  25/02/2019  |      |      Geral

APROVAÇÃO DO CADASTRO POSITIVO DEVE REDUZIR JUROS E ESTIMULAR A ECONOMIA

 

 

O Plenário da Câmara dos Deputados finalizou nesta quarta-feira (20) a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 441/2017, que altera as normas de formação e consulta a bancos de dados positivos. O projeto torna automática a participação de pessoas físicas e jurídicas no chamado cadastro positivo, um serviço de banco de dados sobre informações dos pagamentos em dia e de empréstimos quitados.

Essa é uma das principais frentes de trabalho da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) desde 2017 e foi pauta defendida pelo presidente da instituição, Léo de Castro, durante reunião com a bancada federal capixaba na última terça-feira (19), em Brasília.

De Castro argumenta que o cadastro positivo permitirá distinguir bons e maus pagadores, trazendo o histórico do consumidor como vantagem para a revisão das taxas. “Juros baixos significam mais consumo e estímulo ao investimento. A oferta de crédito com taxas de juros menores aquece a economia, estimulando a indústria, o comércio e a prestação de serviços, o que gera empregos e retroalimenta o sistema econômico, gerando um círculo virtuoso”, prevê.

Selic em baixa. Por que o spread continua alto?

Desde outubro de 2016, quando atingiu 14,25%, a taxa Selic vem sofrendo cortes, chegando aos atuais 6,5% ao ano – uma queda de 54% que a levou ao menor patamar da história.

A redução, no entanto, não teve a mesma intensidade no spread bancário médio, que saiu de 23,46% para 17,73% no mesmo período –  recuo de apenas 24%.

Na análise do Ideies, com base em dados do Banco Central, a Selic influencia apenas uma parte das taxas de juros. Hoje, estima-se que inadimplência é responsável pela maior fatia na composição do spread, cerca de 38%. Os demais custos são referentes aos impostos e ao lucro pretendido pelas instituições bancárias.

O cadastro positivo deve impactar diretamente na redução de juros e do spread bancário, uma vez que minimiza os riscos de inadimplência, fator que gera maior risco para os bancos, tornando o crédito mais caro para empresas e consumidores.

Outro problema no mercado brasileiro é a alta concentração do segmento bancário, que resulta em menor concorrência. Em 2017, 78,2% das operações de crédito do país foram realizadas apenas em quatro bancos: Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco.

Como funcionará o Cadastro Positivo?

A ausência de cadastros positivos fidedignos dificulta a redução do custo dos financiamentos nos casos de tomadores de empréstimo com longo histórico de adimplência. Hoje, o registro de dados a respeito de cidadãos e empresas somente pode ocorrer a partir de uma autorização expressa do cadastrado. Com a aprovação da lei, o sistema de registro passa a ter o mesmo mecanismo dos serviços de informações sobre maus pagadores (modelo opt-out).

Além de determinar que a inclusão no cadastro será automática, o projeto prevê o fornecimento de informações sobre o cadastrado. Entre os autorizados a fornecer dados estão as instituições financeiras liberadas pelo Banco Central do Brasil, e também prestadores de serviços continuados de água, esgoto, eletricidade, gás, telecomunicações, entre outros semelhantes.

Próxima etapa

Agora, com o projeto aprovado na Câmara dos Deputados, a matéria retorna ao Senado Federal para a análise das alterações realizadas. De acordo com Léo de Castro, a aprovação por parte dos senadores é essencial para a melhoria do ambiente de negócios no Brasil. “A aprovação do Cadastro Positivo é essencial para a competitividade das empresas. Somente com juros menores o empreendedor brasileiro poderá voltar a investir e gerar os empregos que o País precisa”, finalizou.

 

 

Autor: Vagner Bissoli



Indústria 4.0

  25/02/2019  |      |      Geral

Indústria 4.0

 

O estudo da Confederação Nacional da Indústria, “Indústria 4.0 e Digitalização da Economia” estima que, caso o Brasil mantenha a taxa média de crescimento do Produto Interno Bruto registrada na última década (1,6%), levará mais de meio século para alcançar o PIB per capita dos países desenvolvidos.

Para reduzir esse prazo, a entidade calcula a necessidade de, no mínimo, dobrar o PIB brasileiro nos próximos anos e, para que isso aconteça, é preciso ampliar – ou, pelo menos, não reduzir – o potencial de expansão da indústria.

“A indústria tem o poder de estimular outros setores, além de ser um dos principais agentes da inovação tecnológica”, diz o estudo.

A solução passa indiscutivelmente pelo avanço da Indústria 4.0.

Também chamada de Manufatura Avançada, Indústria do Futuro e Fábrica Inteligente, a Indústria 4.0 se caracteriza pela integração dos processos de produção com o ambiente virtual, por meio de modernas tecnologias, como:

  • Comunicação Máquina-Máquina
  • Big Data
  • Internet das Coisas
  • Inteligência Artificial
  • Armazenamento em Nuvem
  • Robótica Avançada
  • Entre outras

“O desenvolvimento da Indústria 4.0 tem sido fundamental nas estratégias de empresas líderes e na política industrial das principais economias desenvolvidas. A incorporação de tecnologias digitais é essencial para o aumento da produtividade e, consequentemente, para o crescimento do País”, alerta a CNI.

Tendo em vista que o desenvolvimento da Indústria 4.0 está no centro das estratégias de política industrial dos países desenvolvidos e da necessidade do Brasil em agilizar esse processo para diminuir o gap de competitividade no mercado internacional, o estudo, que integra um conjunto de documentos entregues pela CNI aos candidatos à presidência da República, faz algumas recomendações.

Entre elas: priorizar políticas de difusão e indução à adoção de novas tecnologias, disponibilizar mecanismos específicos para promover o desenvolvimento tecnológico, ampliar e melhorar a infraestrutura de telecomunicação (em especial a banda larga), aperfeiçoar os aspectos regulatórios que afetam o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil, facilitar a articulação entre os órgãos públicos responsáveis pelas políticas ligadas à Indústria 4.0 entre si e também com o meio empresarial.

Em que pese a urgência dessas medidas e muitas outras que têm por finalidade destravar o avanço da Indústria 4.0 no Brasil, é vital ressaltar que a iniciativa privada vem fazendo sua parte para “democratizar” o acesso à grande parte da tecnologia necessária. Quem visitou a última edição da Feimec (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), em abril, pôde constatar o quanto a evolução das plantas fabris para os conceitos da Indústria 4.0 é viável.

O Demonstrador de Manufatura Avançada em operação naquela feira foi desenvolvido pela ABIMAQ e um notável grupo de parceiros (públicos e privados) em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis a todos os segmentos.

A Robótica Avançada é uma das principais tecnologias da Indústria 4.0.

Os robôs colaborativos tiveram forte presença não só no Demonstrador, mas também nos estandes de diversos fabricantes. Diferente dos modelos convencionais, que precisavam fazer uma única ação repetidas vezes, na Robótica Avançada os robôs são programados para executar diferentes tarefas simultaneamente.

Mais seguros e versáteis, eles desempenham funções no mesmo ambiente e até interagindo com os profissionais em diferentes áreas da indústria, sem necessidade de isolamento por cercas e proteções.

Grande parte dos fabricantes que estiveram na FEIMEC participa no próximo ano da EXPOMAFE, em maio, no São Paulo Expo, que tem a Automação Industrial entre seus focos principais (juntamente com as máquinas-ferramenta).

Mais uma vez, o que se espera é uma exposição da mais alta tecnologia, num ambiente propício à negociação com grandes marcas nacionais e internacionais.

Há um longo e árduo caminho para o nosso País percorrer na corrida dos mercados mundiais e o novo governo, seja qual for, precisa estar sensível às demandas por uma política de desenvolvimento industrial que ajude a diminuir nossa desvantagem.

 

Links referenciais sobre o assunto:

 

 

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